fantasma de indignação e destemperança,
morto, desde os primórdios da infância,
sem comprimido que dê alívio.
barbaramente esquecido,
neste antro de mofo e repugnância
perdido nas amarras da ciranda
não há senão o labirinto.
já a epiderme -minha sina-
um amontoado de chacinas
alimenta-se de toda guerra,
circula-me a morte-novelo
nunca existi senão à esmo
nunca vou senão à merda!
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Já os dois primeiros versos da terceira estrofe são primorosos pela intensidade e concisão.
Oswaldo