baratas albinas sobre os corpos
boiam como o fogo-fátuo
e quando em pó convertida
a carne
o esqueleto branco
as baratinhas transparentes
suspensas entre o ilíaco
e a caverna da boca
singram na imagem rara
que os pós apocalípticos
descuram
sobre o osso negro de arthur
a terra com o luminoso ocaso
das fosforescências suspensas
no ar
a terra brilhará
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os guardados do Arthur e a genialidade dele permitem uma metafísica material de sobre vida material que sobreviverá a nós. De alguma forma me lembra a música do Chico Buarque, futuros amantes, embora com temática outra. Acho que você foi ao ponto.