nossas metades, todas.
ficela atuada, cubro nossas
caras, fichas sem coroas.
juntos, qualquer nota, prova
dos nove, sete manilha.
e recente, dentro, môo
a conversa provisória
de sempre, misturando
meios, miragens: mixórdia.
a hora é megera. requinte
de copas é dar o suíte.
largar o hábito. não la-
mentar hálito perdido.
| < Anterior | Próximo > |
|---|









O mais interessante é o que seu comentário me gerou: esse poema, fora do conjunto de textos que o acompanha, ganha outra possibilidade de leitura (minha, no caso).... ele tá no mesmo bloco do fecho éclair, do "casal de uns", bicho em progresso.
gosto do poema. Principalmente da sonoridade que o poema alcança e de certo tom de submundo com que constrói o provisório dos sentidos.