Legal, Oswaldo, concordo. Esse é um poema bem antigo, que estava de lado, na gaveta, da época do Cruz. Vou ver se vou colocando outros aqui da mesma série. Nela eu dialogava, às vezes de uma forma ingênua, com alguns poemas bem canônicos Então fica assim:
Finjodor
Mas a dor que sinto
É tua
Minha
Ou de
Quem não nos lê
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Qui, 01 de Outubro de 2009 16:32
Oswaldo Martins
Alexandre, gosto do poema e da idéia que contém, entretanto me parece que a sonoridade do analfabeto trunca o ritmo do poema. Talvez se se lesse o poema sem o "ou do dnalfabeto" e colocasse "é minha/tua/ e// de quem não nos lê, perderia o sentido do analfabeto, mas ganharia em expressividade. De resto, quem não nos lê ou não lê é da mesma forma analfabeto.
Finjodor
Mas a dor que sinto
É tua
Minha
Ou de
Quem não nos lê
Oswaldo