Ai, essas mulheres! Gostaria de ter sido o retrato, mesmo que pálido delas. Falei outro dia da Capitu e da vida de desregramento que deve ter vivido na Europa, com aqueles seus olhos misteriosos. Hoje, a lindinha da vez é a Rita Baiana, mulata das boas práticas licenciosas, que endoidou o Jerônimo, português babaca que com ela aprendeu a arte da cachaça e da trepada.
Rita Baiana, pelo que li naquele livro tão preconceituoso, salva a história, com seus requebros porque é apenas ela quem ainda nos ensina alguma coisa sobre o comportamento cotidiano de ser mulher. Trabalha, é independente e dá para quem quiser e ainda leva o portuguesinho no laço, em brasas por ela.